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Como reduzir o consumo de energia de um restaurante?

Você sabia que é possível diminuir a conta de energia do seu restaurante em até 20%? Confira 8 dicas para você reduzir o consumo de energia no seu restaurante e conheça também algumas orientações para uso de painéis solares ou de geradores específicos para o seu negócio.

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Consumo de energia restaurante

A economia no consumo de energia em um restaurante ajuda no bolso do gestor e na saúde da comunidade e do meio ambiente e pode acontecer através da substituição de equipamentos antigos por novos e com maior eficiência energética, do melhor controle das manutenções preventivas de aparelhos, da substituição de luzes e sistema elétrico ou até mesmo através de mudanças no interior do espaço.

Existem gestores que só escolhem reduzir os custos com eletricidade quando a conta de luz aumenta. Por que esperar gastar mais para pensar em iniciativas se esse objetivo pode ser facilmente transformado em uma meta diária?

Se você tem um restaurante, não espere a bandeira vermelha para entrar em ação: comece a reduzir o consumo de energia hoje mesmo e tenha uma marca mais sustentável e econômica!

Entenda por que essas iniciativas importam e como colocá-las em prática.

Antes de começar, saiba quanto gasta de energia um restaurante

Pela economia de dinheiro, mas também para um melhor controle dos seus gastos fixos, é importantíssimo saber quanto você gasta em média por mês na conta de luz do seu negócio.

Um estudo realizado por uma acadêmica da Universidade de Coimbra, em 2011, mostrou que cada refeição produzida em uma cozinha industrial pode equivaler a aproximadamente 1,3 kWh de consumo de energia elétrica.

Supondo que o kWh custe R$ 0,90 e que sejam servidas 50 refeições por dia, o gasto médio diário somente com a alimentação dos clientes será de mais ou menos R$ 60 = R$ 1.800 em um mês com 30 dias.

Além disso, tudo em um restaurante representa consumo de energia elétrica! Geladeiras e congeladores, ar-condicionado ou ventilador, iluminação, coifas, forno (se for elétrico), computadores e tablets, entre outros equipamentos.

Coloque todo o seu consumo mensal no papel seguindo as dicas do nosso próximo tópico.

Quer saber a quantidade de luz usada no seu negócio?

Busque conhecer a potência e o consumo em quilowatts (kW) de cada equipamento utilizado e pesquise o valor da tarifa cobrada pela agência de energia elétrica da sua cidade ou estado por kWh (quilowatt/hora). Faça as contas, mesmo que ainda não tenha aberto as portas.

Se o espaço já estiver funcionando para o público e você quiser planejar os gastos dos próximos meses, reúna as contas de luz mais recentes e tire uma média do quanto pagou. Isso pode ajudar!

Saiba que o custo de energia elétrica em restaurantes brasileiros varia entre 10% e 15% de um mês para o outro, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Como economizar energia em um restaurante?

Perguntar-se sobre “o que posso fazer para economizar energia” é um bom ponto de partida para tornar essa preocupação algo constante. Tanto quanto outras preocupações relacionadas à sustentabilidade do planeta - e do seu bolso! - que você deverá ter ao longo da sua vida como gestor.

Interesses em investimentos como esses contribuem não apenas com a saúde dos seres humanos, mas com a saúde dos seus investimentos e podem tornar a imagem da sua marca cada vez melhor.

Para ajudar você nessa caminhada, listamos sete iniciativas que você pode ter para diminuir o consumo de energia elétrica em um restaurante. Segue a lista!

1.  Compre aparelhos certificados e com selos de eficiência energética

Escolha equipamentos linha A para a cozinha e aparelhos com certificados de economia e eficiência energética para todo o food service. Em alguns casos, essa escolha pode ajudar inclusive a aumentar a qualidade do preparo e a reduzir desperdício de alimentos e insumos.

Para saber mais, pesquise por informações sobre o Selo Procel de Economia de Energia.

2.  Monitore o funcionamento e a manutenção de ar-condicionado e ventiladores

Além de eficientes e certificados, ares-condicionados e ventiladores precisam ter tamanho adequado ou ser inseridos no restaurante em quantidades suficientes para atender toda a área física e a quantidade de frequentadores do local. Caso contrário, estarão apenas “enfeitando” o lugar e consumindo energia elétrica.

Evite instalar um ar-condicionado em um lugar por onde entre muita luz do sol, porque isso reduz a eficiência do equipamento. Além disso, anote e controle tudo o que disser respeito à limpeza de filtros, manutenção e regulação dos aparelhos para evitar gastos desnecessários na conta de luz.

3.  Cuide da manutenção preventiva de todos os aparelhos e da rede elétrica

Conheça o seu restaurante da cabeça aos pés para saber exatamente como está funcionando e como deveria funcionar cada aparelho, tomada, interruptor, etc. Pequenos defeitos podem representar muito no consumo energético!

Verifique se portas de geladeiras e freezers estão fechando corretamente e ficam bem vedadas quando fechadas. Também procure por acúmulo de gelo nesses equipamentos e troque ou limpe bobinas de condensadores sempre que necessário.

Lembre-se de executar a limpeza de coifas e exaustores conforme as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e compreenda que até a troca de filtros de água dentro das normativas e dos prazos corretos pode representar economia de luz.

Faça ainda revisões da rede elétrica e de instalações antes de inaugurar e abrir o restaurante para o público e também no decorrer do seu funcionamento.

Mais uma vez, certifique-se de ter anotadas todas as observações importantes sobre manutenções preventivas e revisões e as datas nas quais cada processo foi executado. Assim, você nunca terá dúvida sobre o que precisa ser feito em prol da economia de energia e máxima excelência do atendimento e serviço.

4.  Evite o stand-by

Novamente sobre equipamentos: evite que eles sejam mantidos na função de descanso e incentive funcionários a tirarem tudo o que for possível da tomada (menos os freezers e refrigeradores, hein?!), mantendo os aparelhos completamente desligados até o momento do uso.

Eletrônicos em stand-by continuam consumindo energia.

5.  Faça investimentos no sistema de iluminação

Em paralelo à preocupação com aquisição de aparelhos mais econômicos, manutenções preventivas e cuidados relacionados à rede elétrica, invista em lâmpadas mais econômicas e em sensores de movimento.

As lâmpadas mais econômicas podem até custar um pouco mais caro ao serem compradas, mas esse gasto é compensado imediatamente já na primeira conta de luz. Sem contar a maior durabilidade de cada uma delas!

Compare o consumo de alternativas de lâmpadas disponíveis no mercado para escolher a melhor. Lâmpadas de LED, por exemplo, consomem 6x menos watts do que as incandescentes. Veja o comparativo:

  Lâmpadas incandescentes Lâmpadas LED
Consumo 60 watts 10 watts
Durabilidade (ligada durante 5 horas/dia) 5 meses Até 14 anos

Sensores de movimento, por sua vez, permitem que alguns espaços do restaurante sejam iluminados somente quando há circulação ou permanência de pessoas, evitando gastos desnecessários.

6.  Mude o layout da cozinha e/ou o interior do local se achar necessário

É possível ter um restaurante aconchegante e econômico ao mesmo tempo, sabia? Mudanças na aparência do salão podem ajudar a economizar luz e a principal delas está na cor das paredes e do teto! 

Ambientes pintados com cores mais claras geralmente precisam de menos luz artificial e costumam ser mais frescos, o que exige menor uso de ar-condicionado ou ventilador.

Outras alternativas de modificações do interior também são válidas, como:

  • usufruir ao máximo de janelas e entradas de luz natural;
  • reduzir a quantidade de itens na decoração para deixar o ambiente mais claro.

Consegue mudar o layout da cozinha? Então redistribua equipamentos para que eles fiquem pelo menos 10 cm distantes da parede, afaste uns dos outros para que o ar quente gerado durante o funcionamento circule melhor e evite trabalhar com equipamentos de aquecimento muito perto dos de resfriamento.

Faça o teste e confira os resultados no fim do mês!

7.  Capacite seus colaboradores

Nenhuma das iniciativas anteriores será suficiente se você não treinar e capacitar cada um dos seus colaboradores para que eles tenham as mesmas preocupações que você com sustentabilidade e economia.

Aliás, em todos os aspectos evolutivos de um restaurante, a capacitação é sempre uma iniciativa valiosa.

Experimente desenvolver um guia de redução de gasto energético ou buscar ajuda de quem entende do assunto para uma aula com dicas e orientações.

Dica extra: usufrua de energia solar!

Resultados do uso de energia solar em restaurantes podem ser surpreendentes para economia financeira com conta de luz. Fora isso, a energia solar é sustentável e pode tornar seu Food Service mais competitivo no mercado.

Opte por fazendas solares ou sistemas solares fotovoltaicos independentemente do tamanho do seu espaço. É possível adequar a escolha às necessidades do negócio para se chegar a uma redução de consumo satisfatória.

A instalação dos sistemas é simples e fácil e os painéis solares podem ser colocados em qualquer parte da edificação que abriga o restaurante, incluindo a fachada. Sua manutenção é igualmente tranquila.

Caso tenha interesse, procure por uma empresa especializada no assunto, solicite um orçamento e pondere melhor os prós e contras (se houver).

“Não consigo comprar painéis solares agora, posso economizar utilizando gerador?”

Pode também!

Ao contrário do que muita gente pensa, os geradores de energia elétrica para restaurante não são úteis somente quando falta luz fornecida pelos cabos e postes: eles podem ser comprados por um restaurante de acordo com o seu consumo energético e são alternativas para gestores que querem fugir dos gastos altíssimos do mercado tradicional de energia nos horários de pico, por exemplo.

Antes de se ater a essa alternativa, pondere gastos com a instalação e o transporte do gerador, com sua manutenção e com o combustível que vai mantê-lo em funcionamento.

Você pode contar com geradores:

  • a diesel, gasolina ou gás natural;
  • com potência entre 25 -1.500 kVA;
  • que funcionem 100% do tempo ou então somente em determinado horário;
  • com tamanho e formato que melhor se adequem ao local onde serão instalados.

Reflita também sobre a sustentabilidade e a imagem do restaurante ao fazer a sua escolha. Se optar por uma geração de energia menos sustentável, busque equilíbrio em outras mudanças!

As alternativas de economia são várias e só não economiza quem não quer, concorda? Boa sorte nos próximos passos da administração do seu bar ou restaurante e mais dinheiro no bolso para os meses que virão!

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